A nova fase da Wanessa (que não é mais Camargo) conquistou novos fãs para ela e aumentou ainda mais o carinho dos antigos. Eu sempre fui muito com a cara dela, e acho essa fase "vá se ferrar, eu sou demais" o auge.
A maior prova disso são as letras que não mais se tratam de mimimis da vida amorosa, e estão muito mais maduras. A que mais gosto é Não Me Leve a Mal e deixo com vocês a mensagem mais que maravilhosa que essa música passa, e o tapinha com luva de Michael Jackson que ela dá.
"Não me leve a mal: minha cabeça não é degrau"
terça-feira, 24 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Tema de hoje: o descaso.
Sou uma pessoa que se importa muito com os outros. Talvez este seja meu maior defeito, dentre tantos outros. Quando você demonstra para uma pessoa que ela é importante e que gosta dela, se prepare para ser pisoteado. As pessoas não estão acostumadas com afeto e a serem valorizadas, por isso ou dão valor quando perdem, ou quando sentem que estão perdendo.
O que me inspirou a falar disso aqui hoje foram alguns acontecimentos recentes e outros nem tão recentes assim (para não dizer muito antigos e vocês me chamarem de rancorosa).
Primeiro conto
Quando sua melhor amiga começa a namorar e se afasta de você, e seu lado amigável e sincero aflora, você vai até ela, diz que a sente distante e que poderiam mudar isso. A atitude dela? Falar para Deus e o mundo o que você disse, dramatizar toda a situação para que as pessoas sintam pena dela e você seja "a bruxa da história da Branca de Neve" e de todos os outros contos, mas só lembrei desse agora, enfim.
Passado esse perrengue, você é obrigada a ouvir que está com inveja do namoro da sua amiga, muitas pessoas fazem sua caveira para ela e todo mundo e sua amiga ri, compartilha do grande humor que a situação não tem - mas que na cabeça dela faz total sentido.
Depois de uns dois, três anos, o casal-maravilha se separa e quem ela lembra que existe para ajudá-la? Você, meu bem, isso mesmo. São horas de desabafo, de "saudade da nossa amizade", de "ai meu Deus, como fui burra", "oh, Senhor, me ajude a superar isso", "ainda bem que tenho você ao meu lado". Esqueceu de alguma coisa? Talvez do "me desculpe por ter sido tão estúpida e burra achando que você queria acabar com meu namoro, ao invés de estar apenas sentindo que estava tendo seu lugar ocupado por outra pessoa e eu não ter percebido isso". Realmente, faltou. Mas a pessoa está tão mal com o namorado que o que VOCÊ sente, ou possa ter sentido, não faz a menor diferença agora. Afinal, a dor dela sempre vai ser maior que a sua, assim como a felicidade.
Segundo conto
Você marca de sair com um amigão seu, você se empolga, se cuida toda e quando dá a hora, o bonito some. Mas some mesmo! Daqueles que parecem que vão pra outro planeta, tomam chá de sumiço, são sugados pela Terra ou sequestrados por alienígenas. Você liga, manda mensagem, manda sinal de fumaça, dança can-can na janela usando pisca-pisca para que ele talvez te enxergue e nada. No dia seguinte, ele aparece como se nada tivesse acontecido, dá uma desculpa qualquer, puxa um papo e acha que está tudo ótimo. Meu bem, NÃO ESTÁ. Ele pode pensar isso porque você não deu umas duras nele antes quando precisou e ficou passando a mão na cabeça.
Terceiro conto
A famosa amiga-fake. Todo mundo já passou por isso e sempre vão aparecer mais, afinal, falsidade é que nem vírus: está sempre se multiplicando, basta existir.
É aquela pessoa que não mede esforços pra não ficar por baixo da situação, e te deixar mal se for preciso. Se você desabafa falando que está triste e quer morrer, finge compreender e fala coisas que te deixam com mais vontade ainda de se matar e de matá-la também.
No fim-de-semana você e um gatinho saíram e foi muito gostoso, você tá cheia de expectativas e conta pra essa fake-friend. Na primeira oportunidade ela te joga um balde de água fria, deixa bem clara a inveja dela falando coisas como "todo mundo quer você", "ninguém liga pra mim", e pede piedosamente para que você não saia com ninguém, até que ela esteja namorando alegre e feliz, só para não sentir-se por baixo da situação. Ah, claro. Além das diversas alfinetadas durante seus prantos, e saber anos luz depois que cometeu um grande erro, que essa pessoa poderia ter evitado muitas mágoas e simplesmente se calou, pelo simples prazer de ver você na merda.
A solução
Como todos sabem, o mundo é injusto e a vida cruel. Perto dessas pessoas, prefiro ficar realmente só. Se você também tem alguns desses exús por perto, por favor, conserte com quem ainda tem solução (como no segundo conto e talvez no primeiro), ou se afaste de vez (como no terceiro conto). Acredite: é difícil, mas é um alívio ímpar quando você se livra do que e de quem não vale a pena.
Se houver algum pedido, posto amanhã aqui sobre essa mesma teoria aplicada aos relacionamentos amorosos.
sábado, 21 de novembro de 2009
É amor Do Começo Ao Fim

No dia 27 de novembro estreia nos cinemas o longa Do Começo Ao Fim. Junto com Lua Nova, é o filme mais esperado do ano por nós, público e também pela crítica.
O filme fala sobre a história incestuosa entre dois irmãos que os acompanha desde o nascimento do caçula, Thomás.
Diferente da realidade de muitos homossexuais na vida real, os dois têm o apoio dos pais em cada momento, e crescem sem pensar que é algo incomum. Desde pequenos, os pais reparam na cumplicidade excessiva dos irmãos Thomás e Francisco, mas deixam que eles tomem suas próprias decisões.
O filme não tem grandes filmagens, cortes, edições e tudo o mais. É um filme que passa sentimento. Chorei do começo ao fim, principalmente quando eles dizem o porquê se amam. Do Começo Ao Fim me fez pensar no amor em todas as suas formas. Não importa quem você ame, como ame. É um sentimento tão lindo que se pelo menos 10% mais das pessoas pudessem compartilhá-lo como Thomás e Francisco, o mundo seria bem diferente.
Eu saí do cinema com as pessoas que amo circulando diante dos meus olhos. O filme mexeu muito comigo, me fez perceber o valor do amor e como é difícil para muita gente que sofre preconceito por sentir isso de verdade. Não podemos recriminar as pessoas por quem elas amam, e sim, pelo que elas são.
Dedico esse post, com todo o meu amor, aos meus familiares e amigos de verdade, que estão sempre comigo, e aos amigos do DIZPLAY Tato, Rafael Braz e Rodrigo Ribeiro. Não tenho palavras para expressar meu amor por todos vocês.
E obrigada também Aluísio Abranches por ter feito um filme com o mais nobre e puro dos sentimentos.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Ouro Negro
No dia 4 de dezembro estreia nas telonas o longa de Isa Albuquerque, Ouro Negro. O filme conta a história do petróleo no Brasil antes da CSN, e como foi difícil para os pioneiros provar que dava para extrair petróleo de solos brasileiros, e a transformação do petróleo como patrimônio nacional.
Sinopse: "José Gosch (Odilon Wagner) é um geólogo alemão que, entre 1910 e 1918, luta para implementar sua companhia de petróleo. Só que ele é assassinado pelo sócio, em uma trama elaborada por Otto Manheimer (Felipe Kannenberg), um conceituado técnico americano infiltrado no governo brasileiro. O legado de Gosch fica com seu aprendiz, João Martins (Danton Mello), de apenas 13 anos. Ao crescer, João e Pedro (Thiago Fragoso), filho de Gosch, se formam na Escola de Engenharia de Minas, em Ouro Preto. Mariana (Malu Galli), viúva do geólogo, vive com a filha Luísa (Luíza Curvo) no Rio de Janeiro. João se apaixona por ela, mas um amor de infância atrapalha os planos do casal: Camila (Maria Ribeiro), a filha de um amigo da família. Após a misteriosa morte de um herói da aviação brasileira, Paulo Matos (Walter Rosa), João e Camila resolvem seguir os planos do falecido e conseguem os estudos de Gosch sobre a bacia sedimentar de Alagoas e Sergipe. Eles conseguem fundar a companhia e participam do processo da descoberta do petróleo no Brasil". (Fonte: AdoroCinema)
O elenco conta com Danton Mello, Thiago Fragoso, Luíza Curvo, Maria Ribeiro, Chico Diaz, Odilon Wagner, Malu Galli, Walter Rosa, Raoni Ferreira, Daniel Dantas e Felipe Kannenberg.
Distribuído pela Pandora Filmes, com roteiro de Isa Albuquerque, Duba Elia, Diana Nogueira e Ana Lúcia Andrade.
domingo, 25 de outubro de 2009
Garçom, aqui nessa Mesa de Bar...
Olá, pessoas. Tudo bem?
Hoje vim falar de um filme que estreou na sexta passada, dia 23, nos cinemas do Rio de Janeiro: Mesa de Bar, Onde Tudo Acontece. Mas como sou muito VIP e querida, a Brazucah me convidou para assistir a pré-estreia dia 20 no Barra Design, na Barra da Tijuca.

Quando vi o trailer do filme, confesso que não me interessei para assistir. Mas após saber da ideia por trás do mesmo e de assistir a entrevista do idealizador do filme, João Uchôa, me convenci da melhor forma possível a assistí-lo e, aí sim, ter uma opinião concreta e considerável sobre Mesa de Bar.
Mesa de Bar, Onde Tudo Acontece, é o primeiro filme de João Uchôa, que nunca estudou cinema e nada relacionado à sétima arte. O filme não tem roteirista, cinegrafista, diretor, atores profissionais, figurinista, e tudo mais que tem num filme convencional. É totalmente um experimento de todos que fazem parte dele, e a ideia é muito interessante. Fui lá para ver qual era.
Lá fui eu para o Barra Design, às 21h, assistir a pré-estreia. Casa cheia, muitos flashes, alguns atores como Max Fercondini e Márcio Kieling, e o cantor Daniel Del Sarto estavam presentes. Entrei na sala acompanhada da minha mamãe, do meu amorzão e do meu amigo, e muitos dos lugares já estavam ocupados. Sentamos na primeira fileira e esperamos um pouco até o filme começar. Avisaram-nos que antes do filme iria ser exibido o vídeo da entrevista de João Uchôa falando sobre o filme e a reação foi exatamente a que esperava: todos riram, se interessaram pelo filme e compraram a ideia.
Ao contrário do trailer, o filme me surpreendeu muito positivamente. As histórias super bem boladas, bem escritas e bem levadas pelo elenco, garantiram boas risadas do público e uma crítica muito positiva do filme para os olhos das pessoas que lá estavam para prestigiar e, de alguma forma, matar a curiosidade de todos pelo resultado desse experimento.
O filme está em exibição apenas na cidade do Rio de Janeiro até o dia 5 de novembro nos cinemas Cine Glória, Barra Design, Unibanco ArtePlex e Grupo Estação. Assistam! São cenas do cotidiano retratadas na tela de um cinema e com alguma certamente você irá se identificar.
Entrevista de João Uchôa sobre Mesa de Bar:
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