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    Nesse post falo sobre como a cantora Belinda é importante para mim, e como ela influencia minha vida.

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Surpreender faz bem

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

 Quem me conhece sabe que desde Malhação eu tinha um certo preconceito em relação a Fernanda Vasconcellos. Sempre a achei linda, mas péssima atriz. Talvez pelos pulinhos que ela dá em cenas de discussão, ou pelo sotaque carregadíssimo que ela tem.

Para eu não assistir uma novela bastava ter Fernanda Vasconcellos no elenco, mas A Vida da Gente veio pra mudar isso. Não tinha a menor fé nessa novela, e assisti só pra dizer que criticava sem nunca ter assistido. Foi a melhor coisa que eu fiz esse ano. 

A Fernanda Vasconcellos tem um carisma só dela, e não dá pra não gostar dela. Só tinha preconceito contra ela como atriz. Aí eu ligo a TV e me deparo com uma Fernanda ainda com um sotaque carregado, mas muito mais madura profissionalmente. As cenas de briga com a mãe (Ana Beatriz Nogueira também está um ESCÂNDALO nessa novela), a cena de renúncia pela filha Júlia, o acidente, ela durante o coma... e principalmente depois do coma.

Como não se surpreender com uma atuação tão perfeita da Fernanda na fase de recuperação da Ana? Até quem não gosta dela se emocionou, tenho certeza. Outros atores que também estão dando tudo de si nessa novela, e o resultado é no sucesso e na emoção que passam pra gente são Rafael Cardoso e Marjorie Estiano. Agora, depois de um tempo de novela, vejo como tudo faz sentido em tudo!

A música de abertura é sobre o tempo que passa, as fotos mostrando a passagem na vida dos protagonistas até ficarem adultos e a maior lição dessa novela: o tempo passa e a gente precisa acompanhar seus passos. A Vida da Gente é uma das novelas mais profundas que já passou e que assisti, pois fala de situações que acontecem de verdade, é muito realista. Stefany Brito também está de parabéns em sua volta a TV.

Quem não assistiu A Vida da Gente não sabe o que está perdendo.

Obrigada, Fernanda Vasconcellos, por provar que você merecia essa chance. Agora só falta a fono.

10/12 é dia de sangue, bebê!


Pessoal, no dia 10, sábado da próxima semana, vai rolar a campanha nacional de doação de sangue. Você pode ir ao hemocentro da sua cidade e doar. A campanha tá sendo coordenada pela Veia Social, uma ideia que surgiu na internet para unir pedidos de doações  e também de depoimentos das pessoas que precisaram de algum tipo de ajuda e estão aqui para contarem suas histórias.

Aqui no Rio de Janeiro a campanha será realizada a partir das 8h no Hemorio (Rua Frei Caneca, 8).

Algumas coisas que vc precisa lembrar:

- Se você não puder doar sangue, leve amigos! Compartilhe o evento!
- Se você for usuário de THC, fique sem usar por 12h!
- Se você for maior de 16, leve uma cópia do seu RG, seu RG origiginal e um formulário de autorização assinado pelo seu responsável (http://doe.vc/6ut)
- Você pode sair pra beber sua cervejinha e zoar na sexta! É só fazer intervalo de 4 horas sem álcool antes da doação.
- Se você tiver contato com jornalistas, nos ajudem a divulgar o evento! :)
- Homossexualismo não é mais fator de exclusão para a doação de sangue: Basta ter parceiro fixo e fazer sexo seguro, com uso de preservativos.

Para saber os pré-requisitos de doação de sangue, clique no link: http://doe.vc/5r1

Aproveite que você está no hemocentro e seja também um doador de medula óssea, saiba os requisitos aqui: http://doe.vc/6s9

Confirme sua presença no evento do Facebook e doe! Ajudar o próximo é importantíssimo pois o próximo pode ser você (by Gustavo Carvalho).

O duelo entre Ruth e Raquel

domingo, 13 de novembro de 2011

Olá, pessoas.

Estou aqui tirando as teias desse blog para falar de um assunto que vem me incomodando há alguns anos, afinal os bonzinhos só se dão mal ou é lenda?

Sempre fui MUITO boazinha, compreensiva (embora muito ciumenta), sempre ajudei um amigo, já deixei de pensar no que era melhor pra mim pelo que era melhor para outra pessoa, já pisei em cima do meu orgulho para voltar às boas com pessoas que achava que era especiais para mim e não queria perdê-las... Sempre me doei demais em tudo o que me propus, seja na relação interpessoal e na profissional. Agora vou lhes dizer o que acontece quando a gente é muito legal: as pessoas abusam. Mas fiquem tranquilos que eu vou explicar melhor.

Eu tinha um grande amigo que eu amava. A gente se conheceu em 2008, mas só nos vimos pessoalmente no dia 1 de janeiro de 2009. Sempre falamos que todo ano novo era uma "reafirmação" da nossa amizade. Éramos cúmplices, muito próximos, fazíamos quase tudo juntos (até ir ao banheiro e tomar banho, se deixar), confessávamos todos os nossos medos, sucessos e fracassos até ele terminar um namoro de 1 ano e alguns meses. Por eu ter acompanhado esse namoro de perto, também fiquei muito próxima ao Antônio* (sim, meu amigo é gay), e por isso ele pensou que falar mal do ex para mim não era certo e se afastou de mim por um tempo. 

Nesse tempo eu tentei chamá-lo pra sair para que não perdermos o contato, e ele nunca podia. Ele sempre vivia muito ocupado com as noitadas dele com outros amigos para sair e conversar comigo. Foi me deixando de lado e eu achando que era uma simples fase e ia passar. Ligava, mandava mensagens.... E ele nada.

Alguns meses depois ele começou a sair com outra pessoa de quem eu gostava muito, mas não deram certo. Aí ele conheceu o Cláudio* e eles começaram a namorar tão rápido que quando soube os dois estavam completando quase dois meses de namoro. A nossa amizade já tinha ficado balançada depois do término do namoro com o Antônio mas não ao ponto de não nos falarmos mais. O Cláudio ocupava todo o tempo do meu amigo. Todo tempo MESMO, daquele que ele não podia ir tomar sorvete comigo que ele queria ir junto. Sem contar que ele morre de ciúmes de mim - já disse que meu amigo é GAY? Aí meu amigo e eu fomos nos afastando, nos afastando até que chegou o ponto máximo para eu assumir que essa amizade foi uma fase e que não era pra vida inteira. 

No dia do meu aniversário ele não me ligou. Não mandou mensagem no Facebook, nem no Twitter, nem SMS. N-A-D-A. Ele simplesmente esqueceu. E no dia da comemoração do meu aniversário ele não foi porque o Cláudio passou mal e, tadinho, não podia ficar umas duas horas sozinho pois ia morrer de tão mal que ele estava. Pra vocês verem como ele estava em estado terminal, no dia seguinte pela manhã eles saíram pra praia. x)

Outro relato que tenho a dizer é um pouco mais recente. Tinha um amigo que conheci de repente, na época ele namorava uma menina daqui do Rio e ele tinha acabado de se mudar. Nunca trocamos mais que alguns replies e DMs sobre coisas corriqueiras, até que descobrimos nosso gosto pelo teatro e pelo cinema e começamos a sair juntos - como amigos. Que fique bem claro que nunca passou disso. Fomos nos aproximando, ficando mais íntimos e era sempre eu quem chamava no Gtalk ou Facebook (ele não usava muito o MSN), e ele começou a acar que por sermos amigos ele deveria compartilhar comigo momentos íntimos dele com as meninas que ele ficava - quando ele a menina do Rio terminaram o namoro, deu aloka nele e cada semana tinha uma "namorada" diferente. 

O que me incomodava - e eu cansei de repetir isso - era que eu sou mulher, e não amigo de bar ou amigo homem dele. Algumas coisas eram muita informação para mim, como "você não acha que a fulana é a mais gostosa de todas que eu pego?". Por muitas vezes eu disse que isso me aborrecia e ele parecia ignorar, e continuava falando. Eu passei a ignorar quando ele dizia essas coisas e fui um tanto mais feliz assim. Até que ele começou a namorar uma menina que não é do Rio - mesmo agora ele morando por aqui -  e passou a me comparar com ela. "A Thais* é mais bonita que você", "gosto mais da Thais* que de você", e coisas afins. Nota-se que nessa época eu já andava de saco cheio das coisas que ele cansava de falar e eu já estava exausta de dizer que me incomodava e fiquei no piloto automático: tudo que ele falava eu ignorava.

Até que um belo dia ele disse que não podia ir numa social comigo porque a Thais* não ia gostar, como se só fôssemos estar nós dois lá. Disse que era bobagem e que iam ter outras pessoas, e mesmo assim ele insistiu que não ia e eu apenas disse "Tá bem, Guilherme*". E ele interpretou esse "Tá bem" como grosseria, me bloqueou de tudo e outro dia me mandou uma mensagem dizendo "Aprendeu a falar direito comigo?". Confesso que minha vontade foi dizer "Claro. Vai tomar no cu é bem mais direito", mas fiz o que andei fazendo nos últimos tempos: ignorei.

E por que estou dizendo tudo isso: pode-se dizer que demorei mas aprendi muita coisa. A gente vive com medo de ficar sozinho que aceita tanta migalha só pra ter alguém do nosso lado. O que aprendi é que eu valho muito mais do que essas pessoas podem me oferecer, e preciso ao meu lado de pessoas que me façam sentir amada, feliz, e principalmente: EM PAZ. Claro que de vez em quando vão rolar alguns estresses pois ninguém é perfeito, mas como diria Ayrton Senna: "A verdade é que todo mundo vai te machucar, voce só tem que escolher por quem vale a pena sofrer".

Tive minha cota de ser Ruth por um bom tempo, mas como tudo na vida muda  - até a surda-muda - nunca é tarde pra aprender a ser Raquel. Não digo literalmente, de enganar, roubar e trair, mas de dar às pessoas aquilo que você recebe delas e não se doar por inteiro por quem não mereça. Com isso concluo que não precisamos escolher qual das duas personagens pareceria melhor com a gente, mas carregar um pouco das duas. Ruth e Raquel são opostos que se completam. Junte as qualidades das duas e aprenda: não seja bom demais, nem ruim demais. Seja os dois na medida certa.

* Os nomes não são verdadeiros por motivos óbvios.

O dia do mestre

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

No dia 15 de outubro é comemorado o dia do mestre. Resolvi tirar esse dia para falar sobre alguns dos mestres que tive na vida, e que são presentes até hoje seja fisicamente, ou em minhas lembranças.

Minhas primeiras memórias começam no jardim de infância, onde tive aula com a professora Márcia Lúcio. O que mais me recordo é que era muito emburrada, brigona e marrenta - juro que não sou mais! - e cheguei a brigar com um menino da minha turma nessa época, além de morder a bochecha de uma colega. A tia Márcia sempre estava por perto... hoje em dia eu penso em quantas dores de cabeça ela deve ter tido por minha causa, mas eu juro que não era de propósito.

No C.A. e na primeira série fui aluna da tia Elaine. Oh, tia Elaine! Dia desses conheci um menino que disse "fui aluno de uma professora bem doidinha na primeira série... Ela vivia tocando pandeiro e pedindo um marido pra Santo Antônio", eu já sabia que era ela. Tia Elaine é uma daquelas professoras mãezonas, sabe?! Querida por todos os seus alunos, sejam os da minha época ou os mais novos, o que importa é que são poucos os professores que temos na infância que lembramos. Tenho sorte de lembrar de muitos momentos com minhas primeiras mestras.

Na oitava série que começou o desespero: fui apresentada a física e química. E a professora não dava mole, não! Ela pegava no pé, passava milhares de exercícios por aula e eu acho que era por ela ser tão exigente que eu me esforçava o triplo pra não decepcioná-la. Meu primeiro contato com uma mestra que era considerada o terror por toda a classe, mas eu admirava demais. Tá aí o recado, Cristina!

Todas essas mestras eu tive no colégio onde cursei até a oitava série. No segundo grau (ainda se chama assim?!) eu mudei de escola, fiz amigos pra vida inteira e conheci professores que me marcaram. Seja o Marotta com sua corridinha e seus bailes da química orgânica, ou o Luis Sérgio e seu curso técnico de turismo que me fazia ir feliz às 7:30h todo sábado pra Cascadura, ou pelo meu saudoso Delmo. Ah, o Delmo! 

Quem me conheceu nessa época sabe muito bem quem é o Delmo. Acho que tenho algum problema muito pessoal de amor com professores de matérias que eu não gosto. O Delmo era professor de física e dessa vez todos os alunos o amavam. Não tinha como ser o contrário! O Delmo era alegre, divertido, suas aulas voavam (mesmo sendo física e eu sem entender nada), e todo mundo ia pra escola às quartas-feiras sem reclamar porque tinha aula dele.

Até hoje lembro do dia em que ele trouxe as nossas provas em dois bolinhos presos por elástico. Ele os tirou e deu um pra mim, e um pra minha amiga e eu guardo aquele elástico até hoje. O Delmo era o professor mais querido da escola, em especial por mim e todos os outros alunos e professores sabiam disso. No terceiro ano ele não pôde mais dar aulas devido a um problema de coração. Ele vivia indo pra hospitais pra se tratar e não dava mais pra lecionar.

Então no final do ano, eu fiz uma placa de homenagem ao mestre com uma mensagem que eu mesma escrevi, achei o filho dele no Orkut e combinei de ir a casa deles entregar. Foi a última vez que vi o Delmo - e isso me emociona de uma forma... Pouco tempo depois ele faleceu. Um amigo me ligou pra me contar e eu fiquei desesperada. Como assim o meu herói tinha morrido???? Isso não fazia sentido na minha cabeça.. até eu entender que tinha sido o melhor pra ele levou um tempo. Eu sei que o Delmo sabe que era amado por todos os seus alunos, e que onde quer que ele esteja verá que é sempre lembrado por nós.

Depois da escola veio a faculdade. Nunca tive tanto professor na minha vida! Quatro anos, mil matérias, mil professores... mas três em especial levarei sempre no coração. O Tony Queiroga de quem eu sentia uma certa raiva na primeira matéria que tive com ele (fotografia) por achá-lo muito exigente e por sempre perguntar as coisas pra mim. Depois que tive minha segunda disciplina com ele (fotografia publicitária) vi que ele não era tão mau assim, e passei a gostar mais dele. Porém quando ele mudou a minha vida com a aula de introdução ao audiovisual (aprendi o nome, professor!) é que eu vi o quanto sua sabedoria era importante pra minha formação. Se hoje eu sou tão apegada ao cinema a culpa é toda dele.

E como não amar Vera Zunino? Ela tem um jeitinho tão meigo que conquista todo mundo, mas eu que sei o quanto ela pode pegar no pé se você se enrolar com a monografia. Professora dedicada, que faz o que pode para que seus alunos aprendam mais. Sempre gostei dos trabalhos que ela passava para apresentarmos. Devo confessar que eu gosto do nervosismo de ir até a frente da turma e mostrar pra todo mundo que eu domino o tema, que estudei o suficiente pra isso. E a Vera proporcionava isso em todas as disciplinas que estudei com ela.

Também tem outro culpado pela minha escolha profissional. Já no quinto período - se não me engano - tive minha primeira aula de marketing digital, por mais que eu tivesse alguma experiência na área foi nessa aula que aprendi temas mais aprofundados e criei um blog de entretenimento. Depois que descobri que falar sobre entretenimento e cultura me fazia tão bem, resolvi culpar o Renato Giannini por eu ter determinado a mim mesma que era nesse área que eu quero trabalhar. Na minha formatura fiz questão de homenageá-lo, pois pra mim o Renato é mais que um ótimo professor, é um grande amigo. 

Espero que vocês possam ter em suas lembranças mestres tão memoráveis quanto eu tenho. Professores ensinam muito mais do que está dentro de uma sala de aula, eles te mostram as escolhas que você pode tomar na vida e eu aprendi muito com cada um deles, até com os que não mencionei.

A você, professor, um feliz dia do mestre. Obrigada.

TOP10 Filmes de terror e suspense com crianças como protagonistas

terça-feira, 11 de outubro de 2011
Com o dia das crianças se aproximando, resolvi fazer um especial para essa data. Acho incrível como as crianças atuam de forma tão adulta em filmes de terror, e espero algum dia poder acompanhar esse processo. Se já é difícil uma criança demonstrar talento para novelas, filmes e séries "comuns", fico imaginando como as que fazem terror e suspense conseguem arrebentar tanto. 

Por isso resolvi montar esse TOP 10 com os filmes de terror que tenham crianças como protagonistas. Vale ressaltar que esse TOP10 é baseado na minha opinião. Existem muitos outros filmes excelentes que não estarão aqui.

TOP10 - Filmes de terror e suspense com crianças como protagonistas

10 - OS OUTROS

Apesar de o destaque ser da Nicole Kidman, o filme é protagonizado por crianças e é sensacional. Grace (Nicole) se muda com seus filhos para uma mansão mal-assombrada em um local isolado. As crianças possuem uma doença e não podem ser expostos à luz solar. Todos os lugares da mansão são, portanto, mergulhados na escuridão total, mesmo de dia, através do uso de pesadas cortinas. A sensação é de uma noite infinita, pelo menos para as duas crianças que não podem sair de casa de dia. Os empregados da casa também fazem parte do mistério do filme. É realmente muito bom.

09 - O SEXTO SENTIDO

Fã incondicional do Haley Joel Osment, esse filme marcou muito a minha infância. Não é considerado terror, mas como trata de temas como espiritismo e um menino que vê pessoas que já morreram, resolvi colocá-lo nessa lista. Tenho certeza que todo mundo já viu.

08 -  A PROFECIA

Baseado no livro de David Seltzer,  A Profecia é um dos melhores filmes de terror na minha opinião. A história sobre uma mãe que perdeu o filho, e o pai substituiu o bebê por um órfão para que a mulher não sofresse com a verdade deixa todo mundo tenso ao assistir o filme. O filme teve algumas refilmagens e continuações, mas nada supera a versão original.

07 - A COLHEITA MALDITA

O mais legal desse filme é que são as crianças que produzem todo o terror na cidade onde a história é ambientada. Muitas vezes as crianças são colocadas como inocentes assombradas por alguma força oculta, mas nesse filme elas é que são o mal.

06 - O CHAMADO

Quem nunca viu, né?! E no caso são duas crianças que protagonizam: Daveigh Chase, que faz a vilã Samara, e David Dorfman que faz o Aidam, um dos personagens aterrorizados por Samara. O Chamado é um dos poucos filmes de terror que eu assisti mais de uma vez e em todas continuo levando sustos nas cenas. Um filme memorável. 

05 - O ANJO MALVADO

Para quem está acostumado a ver o Macaulay Culkin como criança esquecida no Natal no filme que passa na TV, O Anjo Malvado mostra que ele é um talento nato desde pequeno. O maior destaque desse filme pra mim, além do Elijah Wood que também começou a carreira muito antes de O Senhor dos Anéis existir, é a demonstração de maturidade no trabalho de Macaulay, que se tornou uma promessa nos cinemas mundiais. Uma pena ele não ter seguido a carreira do jeito que eu esperava, pois pra mim ele é ator de papéis principais.

04 - O EXORCISTA

Há quem diga que foi baseado em fatos, há quem diga que misteriosos "acidentes" aconteceram durante as gravações do filme... na verdade, esse filme é um terror desde o nome até os créditos finais. Um dos filmes que mais me assusta até hoje, e tem uma criança possuída por um demônio. Acho que todo mundo já viu O Exorcista alguma vez na vida, e se não, veja. 

03 - BRINQUEDO ASSASSINO

Quem não conhece o Chucky? Tudo bem que nas últimas franquias o filme foi ficando mais com cara de comédia do que de terror (como A Noiva do Chucky e O filho do Chucky - que eu adoro e vi), mas a verdade é que, quando a série de filmes Brinquedo Assassino começou, era terror a valer. Para quem não lembra, o filme fala sobre um criminoso fugitivo da polícia que se esconde em uma loja de brinquedos e é atingido no coração por um dos policiais. Só que antes de morrer, ele passa sua alma para o boneco Chucky usando seus conhecimentos de magia negra. 

02 - O ILUMINADO

Um dos meus filmes favoritos, O Iluminado é um clássico do terror e que me marcou muito. Quem não falou alguma vez na vida "Here's Johnny", ou não lembra desse filme ao ver duas meninas de mãos dadas vestidas iguais? Com falas que viraram bordões por gerações, e por se tratar de um dos maiores sucessos de Kubrick, além de ser um dos meus filmes favoritos dentre tantos, esse filme fica aqui no segundo lugar com gostinho de primeiro, pois existe um filme que eu ache melhor ainda nessa categoria de filmes de terror com crianças.

01 - A ÓRFÃ
Esse filme merece um primeiro lugar. Pelo roteiro, pela fotografia, pelas três crianças protagonistas e uma delas sendo a malvada. A maior revelação de A Órfã é a linda da Isabelle Fuhrman (que faz a órfã). Como disse: crianças que têm o dom da atuação para filmes de terror são difíceis de se encontrar, por isso dou tanto valor aos jovens profissionais que muitas vezes começam nessa área. O que me fez colocar esse filme em primeiro lugar foi o fator da personagem se tratar de uma adulta e de uma criança, e Isabelle desempenha com maestria esse desafio. 

Espero que tenham gostado da lista, e feliz dia das crianças!

Via A Bolinho Viu